
Estabilização da coluna com pequenas incisões, instrumentais modernos, recursos de imagem e planejamento individualizado.
Estabilização da coluna com pequenas incisões, instrumentais modernos, recursos de imagem e planejamento individualizado.
A cirurgia pode ser considerada quando existe uma alteração estrutural compatível com os sintomas e uma indicação clara de estabilização.
Quando o desgaste do disco está associado a dor, perda de função ou instabilidade.
Alterações degenerativas importantes que podem comprometer a estabilidade da coluna.
Deslizamento de uma vértebra sobre a outra, avaliado em conjunto com sintomas e exames.
Desvios estruturais que, em casos selecionados, exigem correção e estabilização.
Situações em que a estrutura óssea precisa ser estabilizada após avaliação especializada.
Importante: ter um desses diagnósticos não significa automaticamente precisar de artrodese. A decisão é médica e individual.

Artrodese MIS é uma cirurgia que busca estabilizar segmentos da coluna por meio de fixação e promover a fusão entre vértebras selecionadas.
Ela pode ser indicada quando, além da dor irradiada para a perna, existe instabilidade, deformidade ou um desvio estrutural que precisa ser corrigido.
Dependendo do caso, o planejamento pode incluir cages, parafusos e hastes para restaurar suporte, alinhamento e estabilidade durante a consolidação óssea.
A indicação não depende apenas do exame de imagem. Sintomas, exame físico e objetivos do paciente precisam ser avaliados em conjunto.
Uma sequência planejada para acessar, corrigir e estabilizar a região necessária.
Sintomas, exame físico e exames de imagem são analisados em conjunto.
A estratégia, os níveis da coluna e os materiais são definidos para cada caso.
Instrumentais específicos criam caminhos de trabalho com menor agressão à musculatura.
Cages, parafusos e hastes podem ser posicionados com auxílio de imagem em tempo real.
Quando indicada, a monitorização neurofisiológica acompanha a função neural durante a cirurgia.

Na técnica MIS, os materiais podem ser posicionados através de pequenas incisões, com auxílio de fluoroscopia e instrumentais específicos.
O recurso de imagem permite visualizar estruturas da coluna durante etapas importantes da cirurgia e auxilia na localização dos níveis e no posicionamento da fixação.
A American Academy of Orthopaedic Surgeons descreve a fluoroscopia como um recurso de orientação utilizado em cirurgias minimamente invasivas da coluna.
Quando indicada, a monitorização neurofisiológica fornece informações em tempo real sobre estruturas neurais que podem estar sob risco.
Potenciais motores, sensitivos e atividade muscular podem ser acompanhados por equipe especializada. Alterações relevantes são comunicadas à equipe cirúrgica para avaliação imediata.
O uso é definido conforme o nível operado, a complexidade e o risco neurológico de cada cirurgia.
Em casos selecionados, os acessos menores e os corredores de trabalho específicos buscam preservar mais a musculatura ao redor da coluna quando comparados a abordagens abertas.
Incisões menores
Menor perda sanguínea potencial
Internação potencialmente mais curta
Mobilização mais precoce em casos selecionados
Os resultados e o tempo de recuperação variam conforme o diagnóstico, a extensão da cirurgia e as condições de cada paciente.
Não. A artrodese é reservada para situações específicas.
A cirurgia costuma ser discutida quando existe instabilidade, deformidade, fratura ou degeneração avançada relacionada aos sintomas e quando outras alternativas não são suficientes ou não são adequadas.
A decisão é individualizada após avaliação médica presencial.

CRM-MS 6425 | RQE 4780
Médico ortopedista com atuação dedicada à coluna vertebral
Realizou treinamento em técnicas minimamente invasivas da coluna na Filadélfia e em St. Louis, Missouri, nos Estados Unidos.
A avaliação combina sintomas, exame físico, exames de imagem e expectativas do paciente para definir se existe indicação cirúrgica e qual estratégia é adequada.
Estudos e materiais de sociedades médicas ajudam a orientar a conversa, mas não substituem a avaliação individual nem garantem que uma técnica seja indicada para todos.
A AAOS descreve pequenas incisões, menor agressão muscular e uso de fluoroscopia em procedimentos MIS.
Material educativo sobre objetivos, abordagens e decisões envolvidas na artrodese da coluna.
Meta-análise encontrou menor perda sanguínea e hospitalização mais curta com MIS-TLIF, com ressalvas sobre seleção e estudos.
Diretriz clínica recomenda monitorização neurofisiológica para pacientes de maior risco em cirurgia da coluna.
Conteúdo informativo. Indicação, riscos, benefícios e alternativas devem ser discutidos em consulta médica.
A recuperação não segue um único calendário. Ela depende da extensão do procedimento, do diagnóstico, da saúde geral e da resposta de cada pessoa.
Controle clínico, manejo da dor e início da mobilização conforme orientação da equipe.
Cuidados com a incisão, caminhadas progressivas e restrições definidas individualmente.
Consultas e exames acompanham sintomas, função e evolução da consolidação.
O retorno é gradual e considera trabalho, esforço físico, evolução e liberação médica.
Respostas diretas para ajudar você a compreender a técnica antes da avaliação.
É uma cirurgia de estabilização da coluna realizada por acessos menores, com instrumentais específicos e auxílio de recursos de imagem. O objetivo é promover a fusão entre vértebras que apresentam instabilidade, deformidade ou outras alterações selecionadas.
A indicação pode ser considerada em casos de instabilidade, espondilolistese, deformidades, degeneração discal ou artrose avançada e determinadas fraturas. A decisão depende dos sintomas, exame físico, exames de imagem e tratamentos já realizados.
Não. A maioria das pessoas com dor lombar não precisa de cirurgia. A artrodese é reservada para situações específicas, após avaliação médica e correlação entre sintomas e alterações estruturais.
Na técnica MIS, o acesso pode ser feito por pequenas incisões e corredores de trabalho específicos, buscando reduzir a agressão aos músculos. A melhor técnica depende do diagnóstico, da anatomia e da complexidade de cada caso.
São materiais utilizados para restaurar suporte, alinhamento e estabilidade. O cage ocupa o espaço entre as vértebras, enquanto parafusos e hastes auxiliam na fixação durante o processo de consolidação óssea.
Não necessariamente. Ela pode ser indicada conforme o nível operado, a complexidade, o risco neurológico e o planejamento do cirurgião.
A recuperação varia conforme o número de níveis tratados, a condição clínica, o diagnóstico e as características do paciente. Mobilização, alta e retorno às atividades são definidos individualmente pela equipe médica.
A avaliação com o Dr. Ricardo Miranda é realizada no CTC Spine Care, na Rua Cel. Cacildo Arantes, 543, Chácara Cachoeira, em Campo Grande-MS.
Consulte um ortopedista especialista em coluna para compreender se existe instabilidade, deformidade ou outra alteração que precise de tratamento cirúrgico.
CTC Spine Care
Rua Cel. Cacildo Arantes, 543
Chácara Cachoeira · Campo Grande-MS
CEP 79040-452
Uma avaliação especializada permite relacionar seus sintomas aos exames, identificar instabilidade ou deformidade e discutir opções de tratamento com clareza.
Atendimento em Campo Grande-MS